segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Acontecimentos que marcaram

Depois de tanto tempo, mais do o previsto, volto a postar no meu blog. Certa vez, meu amigo Gustavo me disse o seguinte: " Blog é feito pra ser como um diário, para contar as pequenas coisas do dia a dia. Se não for pra ser assim, não serve. Pode cancelar". Mas depois que ele fez um post intitulado " sem criatividade" no qual demonstrou no texto o motivo do título, ele não tem mais moral pra me cobrar como outrora. Mas voltando ao assunto: Tenho muita coisa a contar. Estas últimas três semanas pra mim foram muito ricas em experiência e novidades. Uma tomada de rumos incrível no meu futuro aconteceu. Então vamos ao que interessa.
Na semana do dia 26 ao dia 02 de dezembro foi óóóóótima. Primeiramente porque foi a semana que se realizou o I Seminário Nacional de História da UFV, evento este que foi marcado por palestras, minicursos, oficinas, mesas redondas com historiadores, literatos, críticos de arte; mesas retangulares com pães de queijo, pasteizinhos e refri a vontade. Resultado: Ficamos até tristes de tanto que comemos...
Foi no final desta mesma semana que aconteceu a minha estréia nos palcos como ator. Foi uma experiencia incrível, não só por encenar para um teatro cada dia mais lotado, mas todo o tempo que passei com meus colegas da oficina, por todas as inúmeras dificuldades suparadas, como baixas no elenco e semana de provas, noites mal dormidas devido aos ensaios diários das 22hs as 02hs da manhã... por tudo que aprendemos sobre o que representa as Artes Cênicas para cada um de nós. A peça, graças a Deus, foi sucesso absoluto: foi muito bem aceita pelo grande público e pela crítica especializada. Além disso recebemos convites para apresentarmos o espetáculo em Ubá, em Florestal e em Espera Feliz, no Festival Nacional de Teatro da cidade. Confesso que ao vivenciar este ambiente de palco, de camarim, preparação, concentração, me deixou pensativo quanto ao meu futuro e meu oficio. Viver de arte é extrememamente tentador. Com toda certeza não vou conseguir ficar longe dos palcos por muito tempo...
Depois que esta correria da peça acabou, começou outra. O mundo do faz de conta extingüiu-se. Agora o que exigia de mim era a vida de civil, estudante universitário, de historiador em potencial e aluno do Jonas e do Fábio. Provas, trabalhos, resenhas, leituras atrazadas, inúmeras coisas a se fazer... foi assim minha semana do dia 03 a 09 de dezembro. Mas como sempre, no final deu tudo certo. Consegui cumprir com minhas obrigações (quase todas) e esperar o fim de semana.
Foi no sábado, dia 09, que tive a notícia que o projeto sobre Presença Inquisitorial nas Minas coloniais que eu e meu professor mandamos para o Edital de bolsas da FAPEMIG foi aprovado. Agora sou bolsista de iniciação científica. O que isso representa? MUITA coisa em um curso períférico numa universidade tecnológica como a UFV. Representa também exercer o oficio de historiador, ser remunerado por isso e cumprir as inúmeras responsabilidades que isso acarreta. Espero poder aproveitar ao máximo esta oportunidade tão rara para os estudantes do curso de História.
A semana seguinte foi uma caça em busca da documentação necessária. Corre para o Departamento, para banco, para Registro Escolar, para PPG... enfim toda essa burocracia necessária foi feita nestes dias. Isso tudo a meio a provas e algumas saídas com os amigos, porque ninguem é de ferro.
Enfim, acho que era isso que eu tinha pra contar de mais relevante que ocorreu nestas semanas. Agora que estamos na última semana de aula do ano (para os ufvianos), proponho ao meus amigos/leitores que façam um balanço de suas vidas no ano de 2006. O que valeu a pena e o que não valeu; o que mudou na sua vida e na sua cabeça. O que mudou no mundo. O que voce almeja em 2007. Esta será minha postagem especial de ano novo, que pretendo fazer já em casa. Feliz natal a todos e até lá!

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Atenção

Por motivos de extrema ocupação, esta semana não poderei fazer o post que tanto gostaria. A vida de civil, dura e penosa voltou. A ilusão acabou. Tenho uma prova do Jonas pra escrever, uma do Fábio na quinta feira e um resumo de EDU ainda não iniciado. O post será criado e colocado na rede provavelmente no começo da semana que vem. Já aviso desde já: Será ENORME. Este fim de semana foi marcante e tenho muita coisa pra escrever. Controlem a enorme vontade de ler meus escritos. Garanto que serão bem recompensados.

Ass: O proprietário.

terça-feira, 21 de novembro de 2006

David Lynch & Freud: Genialidade a serviço da arte

Hoje passei passei mais uma de minhas manhãs lendo um texto de uma das disciplinas que estou cursando neste período. Uma disciplina de psicologia da educação. Essa disciplina carrega a marca de ser "amada por uns e odiada por outros" colegas do curso de História. Para mim, que por muito tempo pensei em cursar psicologia, a matéria agrada bastante, principalmente a teoria que estamos estudando agora: psicanálise.
Como já é de conhecimento popular, a psicanálise foi criada por um médico Vienense nos fins do século XIX chamado Sigmund Freud. Este homem revolucionou a psicologia ao declarar que o homem é regido pelo inconsciente, ou seja, a racionalidade humana não passa de mero discurso. As pulsões que regem o homem são, desde a infância, em sua maioria, os impulsos sexuais. Isso soara como uma tremenda calúnia à aquela sociedade da época. Ao tratar do incosciente, Freud elabora na teoria da psicanálise a idéia de Id, Ego e Superego, que são o inconsciente, a ação humana propriamente dita e a razão, ou a moral, respectivamente. O Ego (ação) é portanto o resultado da luta entre o Id e o Superego. É como se ouvesse uma briga pelo que voce quer fazer, por mais indescente ou absurdo que seja, e a razão, que é a moralidade que o sujeito absorveu da sociedade. Portanto a mente das pessoas funciona em uma completa luta entre a vontade e a moral. Id é o inconsciente, mas que tenta a todo momento tornar-se consciente. É como se voce sentisse muita vontade de matar sua mãe (essa vontade localiza-se no inconsciente) mas a moralidade da sociedade não permite que voce sequer pense isso. Resultado: Muitas vezes as pessoas desenvolvem sintomas crônicos para manter esta vontade escondida, para externaliza-la de outra forma (sintomas).
O momento em que o inconsciente mais tenta se mostrar presente é nos sonhos. Segundo Freud, são nos sonhos que aparecem as vontades escondidas que cada pessoa tem, mas devido ao nosso Superego (moralidade) não conseguimos muitas vezes compreende-los. Por isso que dormindo, produzimos estranhas histórias, que parecem fazer sentido, mas sem que saibamos qual. Os sonhos são caóticos, atemporais, pois misturam fatos que ocorreram no dia anterior assim como lembranças da infância. A lógica do sonhos é a emoção. As vezes colocamos ênfase em alguns momentos, em alguns detalhes dos sonhos. Esta ênfase é uma distorção que a pessoa faz, levada pela vontade presente no subconsciente. Mas cada detalhe do sonho, cada imagem é de extrema importancia, pois está ali devido ao inconsciente.
Voce leitor, a esta altura deve estar lendo o título da postagem e se perguntando porque diabos eu o nomiei assim. De quem é o outro nome que aparece ao lado do de Freud? Porque está lá?
Pois vamos agora tratar do que realmente me fez fazer esta postagem. David Lynch é o nome do meu diretor de cinema favorito. Foi ele quem fez o filme que mais me intrigou em toda minha vida. O que ele tem a ver com Freud? Assista "Mulholland Drive"(no Brasil, "Cidade dos Sonhos") e voce entenderá perfeitamente do que estou falando.
"Mulholland Drive" é um filme baseado na teoria do inconsciente e dos sonhos que Freud produziu. Só percebi isso agora que estudei um pouquinho desta teoria. Não pretendo estragar a diversão de quem ainda não o assistiu, mas comentarei um pouco do que se trata.
Antes de ser assassinada dentro de sua limosine, um carro cheio de jovens bêbados salvam a vida de Rita (Laura Harring). Sem memória, a bela atriz chega à casa onde Betty (Naomi Watts) está hospedada para uns testes de elenco. Ao conversarem, tentando se lembrar do ocorrido, as duas vão encontrando pistas de algo muito maior do que o imaginável, em um mundo cheio de ilusões, fantasias e horror.
Uma mistura de realidade e sonho faz com que o espectador fique perdido, e indignado ao ver o cast subindo à tela; mas à aqueles que gostam de um desafio, com certeza ficam pensando por muito tempo o que Lynch quis dizer. A forma que o diretor cria o psicológico dos personagens, usando alguns conceitos psicanalíticos como recalque (distorção da realidade, idealização), é capaz de dar um nó no cérebro de cada um.
Desafie sua mente. Assista o filme pelo menos duas vezes. E de preferência, conheça um pouco de psicanálise, pois "Mulholland Drive", só Freud explica.



Oscar 2002. Whoopi Goldberg apresentava a cerimônia e ia encaixando aqui e ali suas piadinhas. Numa dessas, Goldberg solta: "Eu entendo tudo! A única coisa que eu não consegui entender foi Mulholland Drive. Era para entender?", risos gerais da platéia. A pergunta em questão era direcionada para David Lynch, responsável pelo filme e, ali, concorrendo ao Oscar de melhor diretor.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Nosso dever

O mundo hoje é marcado por uma confusão de princípios, por uma crise de valores e por falta de paradigmas a ser seguidos. O inimigo comum já não é visível como outrora. Mas então contra o que lutamos?
Pergunta difícil de ser respondida mas que causa inquietação em mim, que tenho como objeto de estudo o Homem e suas ações. Pois bem: para mim esse inimigo invisível mas declarado é a mediocridade dos tempos hodiernos.
Nunca teve-se acesso a informações de forma tão rápida e em larga escala como hoje. Televisão, Internet, revistas especializadas, enfim, inúmeras formas de adquirirmos conhecimento nos é possível; mas ao mesmo tempo nunca o conhecimento fora tão descartável como agora. As pessoas preferem os meios de informação rápido à leitura, logo esta que cria no homem um senso crítico e uma melhor conciência de idéias. O mundo das imagens substituem o mundo das palavras.Nossa crianças leem por obrigação e de forma desinteressada. Nas escolas, os estudantes não se lembram do que estudaram a poucos meses atrás. O conhecimento é aplicado de forma apenas a dar ao aluno uma boa nota na prova ou uma vaga na universidade. Nada mais. O ensino é tratado apenas como uma relação de mercadoria.
Será que a humanidade está passando por um processo de "emburrecimento"?
Nunca as pessoas se desinteressaram tanto pelo mundo em que vivem.
O que eu, como educador, estudante de História e cidadão posso fazer para melhorar o mundo à minha volta? Como posso colaborar para combater esta mediocridade tão enraizada no ambiente em que [sobre]vivo?
Acredito que não é função do historiador atenuar esta crise que a humanidade passa. Sua FUNÇÃO é estudar e compreender a história, ou seja, compreender a própria crise da sociedade. Mas é seu DEVER MORAL, como de qualquer estudante de Ciências Humanas, educador e intelectual, despertar na sociedade um senso crítico e uma capacidade de indignação para com a sua realidade. Mostrar às pessoas como deixar de ser medíocre. Instiga-las a discussão sobre as ações do Homem no passado e levá-las a refletir sobre o mundo hoje. O estudante de história tem sim o DEVER MORAL, NÃO A OBRIGAÇÃO, de ter um engajamento político, pois na sala de aula, através de seu discurso, ele é formador de opinião.
Como superar a mediocridade dos tempos [pós]modernos e da lógica capitalista que mercadoriza tudo? Como superar este mundo em que se perderam os valores? Levando as pessoas à reflexão através da crítica. Esse é o nosso DEVER.

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Viver de Arte



Quem nunca pensou em viver de Arte? Ganhar a vida sob os palcos, atrás das telas (de cinema ou de tecido marcado por tinta) ou ainda por trás das letras e páginas? Pois é... eu também não sou diferente.
Há alguns anos atrás, pensava em fazer isso como músico, atrás de uma guitarra, fazendo Riffs & Acordes distorcidos. Pois bem. O tempo passou. A guitarra ainda é companheira, mas apenas nos momentos de discontração dos fins de semana.
Agora faço Teatro. Uma baita oportunidade de me discontrair e brincar de ser ator em meio a rotina da estressante vida universitaria. Mas essa brincadeira também as vezes me faz pensar em seguir em frente. Não que eu não seja feliz no ofício de professor/historiador; é a minha maior vontade e minha prioridade, mas é como se este encanto que tenho pelos palcos me corrompesse e me fizesse questionador de mim mesmo.
Mas independente de ganhar a vida nos palcos, a Arte está em minha vida de forma determinante. Entrei na universidade e apesar das inúmeras obrigações, não deixo a rotina profissional tomar conta da minha vida. Procuro sempre apreciar um espetáculo no fim de semana, seja Teatro, Música, Dança ou ainda um jogo de futebol (que bem jogado tambem é Arte). Minha bibliografia obrigatória se acumula; os livros indispensáveis são aos montes. Um dia ainda leio tudo.


Eu vivo!!! - Carlos Henrique de Oliveira, vulgo Didi, em uma discussão com Paulo sobre as ocupações e preocupações da vida acadêmica, na época em que este surtou por bitolar demais.

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Viçosa, Viçosas.


Escolhi como tema para tratarmos aqui hoje, um assunto sobre meu cotidiano. Nada menos que a cidade onde moro.
Desde que mudei pra Viçosa, a quase dois anos atrás, com intuito de estudar na universidade aqui existente, me surpreendo com as peculiaridades desta curiosa cidade da Zona da Mata mineira.
Acho que pra quem logo chega em Viçosa, e se habitua com a sua rotina, percebe que aqui é um lugar de grandes contrastes; contrastes estes que se dão de inúmeras formas.
Como toda boa pequena cidade do interior de Minas, Viçosa é, em sua essência, uma cidade conservadora e religiosa. A religiosidade aqui presente chega a surpreender aqueles menos avisados, e se dá de forma plural.
A Igreja Católica exerce um papel muito presente na rotina das pessoas. O sino da Igreja Matriz da cidade badala de 15 em 15 minutos, orientando seus habitantes na correria do dia-a-dia. Nos feriados religiosos, é comum vermos celebrações pelas ruas da cidade, como procissões e festas.
A Igreja Protestante também é aqui uma instituição que se faz presente. Basta percebermos os inúmeros eventos promovidos na cidade (como Congresso Missionário Estudantil da Aliança Bíblica Universitária realizado aqui, em janeiro, que recebeu pessoas de 130 cidades brasileiras e de outros 16 países), a edição de uma revista de circulação nacional para este público,e o fato de ser de Viçosa, a A.B.U.(Aliança Biblica Universitária) de maior atividade no Brasil.
Mas como já dito anteriormente, Viçosa é uma cidade de contrastes. É em frente a esta mesma Igreja Protestante que encontramos um típico buteco, e habitualmente, deitados à beira de sua calçada, homens vítimas do alcoolismo. Provavelmente pais de família sem perpectivas de melhoras para suas vidas, marcados pela grande desigualdade social presente nesta cidade. Entregues à bebida, contrastam com o esteriótipo de outra classe, que partilha com eles mesmos a mesma calçada: os estudantes.
Viçosa é nacionalmente conhecida pela sua universidade, "Pública, Gratuita e de Qualidade". Universidade esta que atrai para a cidade cerca de 12 mil alunos e inúmeros funcionários. 1 a cada 6 habitantes da cidade é estudante da universidade. Público este que sustenta Viçosa. " Se um dia esta universidade acabar, Viçosa está fadada ao fim e ao abandono"; é comum ouvirmos pessoas dizendo isso a todo instante. São estes estudantes, normalmente de boa situação econômica, que movimenta o capital na cidade, por meio das básicas compras de inicio de período, à frequência em festas e bares da cidade de domingo a domingo. Viçosa não nega sua vocação como cidade universitária, mas também não se propõe a deixar de ser apenas isto.
Assim é Viçosa. Dividida entre a (univer)cidade dos estudantes e a cidade dos nativos; marcada pelo conservadorismo de seu povo e o espírito ireverente e "liberal" de seus hóspedes; marcada pelas quatro pilastras, lugar que separa Viçosa e UFV. Esta desigualdade não poderia gerar outra coisa: Violência. Raro, hoje em dia, alguém que nunca foi assaltado na cidade. Relógio, celular, tênis, dinheiro, descência, dignidade. Tudo levado por aquele que na maioria das vezes não tem escolha, que é criado no meio em que o de fora tem de tudo, inclusive prestígio e status.
Culpa de quem? Difícil responder.
Talvez essa realidade fosse um pouco diferente se a própria universidade não reforçasse a cada dia o limite das quatro pilastras, muito mais psicológico do que físico.
Talvez essa realidade fosse diferente se ouvesse uma política de aproximação da universidade com o povo viçosense, que fizesse com que o slogan " ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA" soasse menos hipócrita.
Talvez fosse diferente se os que passam por Viçosa contribuissem com um pouco do que aprenderam aqui.
Viçosa. Cidade plural.

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

O Princípio


Também entrei nesta "onda Blog" que assola a panela.
Uma grande idéia na verdade. Escrever sobre reflexões pessoais é algo que pensava em fazer ja a algum tempo. Incentivado por amigos e colegas do "Grafite & Papel', fui levado a faze-lo. Agora está materializado, ou melhor seria, virtualizado? Bom, o que interessa é que o espaço é este.
Como o próprio título sugere, aqui escreverei sobre História, Artes e Cotidiano. Falarei sobre minha vida acadêmica e sobre tudo, a respeito da História, mas também sobre Sociologia e Política. As manifestações culturais tão presentes na minha vida também serão assunto constante neste espaço. Música (do Samba ao Heavy Metal), Dança, Teatro, Literatura, Futebol (bem jogado, por favor) e Cinema serão abordados aqui de forma muito pessoal. E por fim, falarei ainda sobre meu cotidiano, minha rotina e minha experiência na relação com a Humanidade.
Espero usar este espaço de forma proveitosa e agradável. Obrigado a todos aqueles que me incentivaram e aos amigos de faculdade que me inspiram com nossas árduas e proveitosas (as vezes nem tanto) discussões sob às 4 pilastras, debaixo de sol ou chuva.


" Estudar HISTÓRIA é refletir sobre a experiência das pessoas na Terra."
Paulo Sacramento - Viagem de ida para São João Del Rey,em Julho de 2006, para assistir o evento da Anpuh/MG