Depois de tanto tempo, mais do o previsto, volto a postar no meu blog. Certa vez, meu amigo Gustavo me disse o seguinte: " Blog é feito pra ser como um diário, para contar as pequenas coisas do dia a dia. Se não for pra ser assim, não serve. Pode cancelar". Mas depois que ele fez um post intitulado " sem criatividade" no qual demonstrou no texto o motivo do título, ele não tem mais moral pra me cobrar como outrora. Mas voltando ao assunto: Tenho muita coisa a contar. Estas últimas três semanas pra mim foram muito ricas em experiência e novidades. Uma tomada de rumos incrível no meu futuro aconteceu. Então vamos ao que interessa.
Na semana do dia 26 ao dia 02 de dezembro foi óóóóótima. Primeiramente porque foi a semana que se realizou o I Seminário Nacional de História da UFV, evento este que foi marcado por palestras, minicursos, oficinas,
mesas redondas com historiadores, literatos, críticos de arte; mesas retangulares com pães de queijo, pasteizinhos e refri a vontade. Resultado: Ficamos até tristes de tanto que comemos...
Foi no final desta mesma semana que aconteceu a minha estréia nos palcos como ator. Foi uma experiencia incrível, não só por encenar para um teatro cada dia mais lotado, mas todo o tempo que passei com meus colegas da oficina, por todas as inúmeras dificuldades suparadas, como baixas no elenco e semana de provas, noites mal dormidas devido aos ensaios diários das 22hs as 02hs da manhã... por tudo que aprendemos sobre o que representa as Artes Cênicas para cada um de nós. A peça, graças a Deus, foi sucesso absoluto: foi muito bem aceita pelo grande público e pela crítica especializada. Além disso recebemos convites para apresentarmos o espetáculo em Ubá, em Florestal e em Espera Feliz, no Festival
Nacional de Teatro da cidade. Confesso que ao vivenciar este ambiente de palco, de camarim, preparação, concentração, me deixou pensativo quanto ao meu futuro e meu oficio. Viver de arte é extrememamente tentador. Com toda certeza não vou conseguir ficar longe dos palcos por muito tempo...
Depois que esta correria da peça acabou, começou outra. O mundo do faz de conta extingüiu-se. Agora o que exigia de mim era a vida de civil, estudante universitário, de historiador em potencial e aluno do Jonas e do Fábio. Provas, trabalhos, resenhas, leituras atrazadas, inúmeras coisas a se fazer... foi assim minha semana do dia 03 a 09 de dezembro. Mas como sempre, no final deu tudo certo. Consegui cumprir com minhas obrigações (quase todas) e esperar o fim de semana.
Foi no sábado, dia 09, que tive a notícia que o projeto sobre Presença Inquisitorial nas Minas coloniais que eu e meu professor mandamos para o Edital de bolsas da FAPEMIG foi aprovado. Agora sou bolsista de iniciação científica.
O que isso representa? MUITA coisa em um curso períférico numa universidade tecnológica como a UFV. Representa também exercer o oficio de historiador, ser remunerado por isso e cumprir as inúmeras responsabilidades que isso acarreta. Espero poder aproveitar ao máximo esta oportunidade tão rara para os estudantes do curso de História.
A semana seguinte foi uma caça em busca da documentação necessária. Corre para o Departamento, para banco, para Registro Escolar, para PPG... enfim toda essa burocracia necessária foi feita nestes dias. Isso tudo a meio a provas e algumas saídas com os amigos, porque ninguem é de ferro.
Enfim, acho que era isso que eu tinha pra contar de mais relevante que ocorreu nestas semanas. Agora que estamos na última semana de aula do ano (para os ufvianos), proponho ao meus amigos/leitores que façam um balanço de suas vidas no ano de 2006. O que valeu a pena e o que não valeu; o que mudou na sua vida e na sua cabeça. O que mudou no mundo. O que voce almeja em 2007. Esta será minha postagem especial de ano novo, que pretendo fazer já em casa. Feliz natal a todos e até lá!
mesas redondas com historiadores, literatos, críticos de arte; mesas retangulares com pães de queijo, pasteizinhos e refri a vontade. Resultado: Ficamos até tristes de tanto que comemos...Foi no final desta mesma semana que aconteceu a minha estréia nos palcos como ator. Foi uma experiencia incrível, não só por encenar para um teatro cada dia mais lotado, mas todo o tempo que passei com meus colegas da oficina, por todas as inúmeras dificuldades suparadas, como baixas no elenco e semana de provas, noites mal dormidas devido aos ensaios diários das 22hs as 02hs da manhã... por tudo que aprendemos sobre o que representa as Artes Cênicas para cada um de nós. A peça, graças a Deus, foi sucesso absoluto: foi muito bem aceita pelo grande público e pela crítica especializada. Além disso recebemos convites para apresentarmos o espetáculo em Ubá, em Florestal e em Espera Feliz, no Festival
Nacional de Teatro da cidade. Confesso que ao vivenciar este ambiente de palco, de camarim, preparação, concentração, me deixou pensativo quanto ao meu futuro e meu oficio. Viver de arte é extrememamente tentador. Com toda certeza não vou conseguir ficar longe dos palcos por muito tempo...Depois que esta correria da peça acabou, começou outra. O mundo do faz de conta extingüiu-se. Agora o que exigia de mim era a vida de civil, estudante universitário, de historiador em potencial e aluno do Jonas e do Fábio. Provas, trabalhos, resenhas, leituras atrazadas, inúmeras coisas a se fazer... foi assim minha semana do dia 03 a 09 de dezembro. Mas como sempre, no final deu tudo certo. Consegui cumprir com minhas obrigações (quase todas) e esperar o fim de semana.
Foi no sábado, dia 09, que tive a notícia que o projeto sobre Presença Inquisitorial nas Minas coloniais que eu e meu professor mandamos para o Edital de bolsas da FAPEMIG foi aprovado. Agora sou bolsista de iniciação científica.
O que isso representa? MUITA coisa em um curso períférico numa universidade tecnológica como a UFV. Representa também exercer o oficio de historiador, ser remunerado por isso e cumprir as inúmeras responsabilidades que isso acarreta. Espero poder aproveitar ao máximo esta oportunidade tão rara para os estudantes do curso de História.A semana seguinte foi uma caça em busca da documentação necessária. Corre para o Departamento, para banco, para Registro Escolar, para PPG... enfim toda essa burocracia necessária foi feita nestes dias. Isso tudo a meio a provas e algumas saídas com os amigos, porque ninguem é de ferro.
Enfim, acho que era isso que eu tinha pra contar de mais relevante que ocorreu nestas semanas. Agora que estamos na última semana de aula do ano (para os ufvianos), proponho ao meus amigos/leitores que façam um balanço de suas vidas no ano de 2006. O que valeu a pena e o que não valeu; o que mudou na sua vida e na sua cabeça. O que mudou no mundo. O que voce almeja em 2007. Esta será minha postagem especial de ano novo, que pretendo fazer já em casa. Feliz natal a todos e até lá!

4 comentários:
Muito bom luiz. gostei muito do seu post. Espero que o ano vindouro seja realmente muito proveitoso do ponto de vista do "publicar mais" e do "Prrrrrojeto". Bons ventos trazem boas novas. Mas também trazem tempestades destruidoras. Espero que sejam momentos de alegria os próximos. Que Deus nos ajude a sobreviver por um bom tempo nesse mundo.
Bom post mesmo, concordo com o Paulinho da viola.
Mas discordo do autor no que se refere essa frase: "Viver de arte é extrememamente tentador. Com toda certeza não vou conseguir ficar longe dos palcos por muito tempo..."
Amigo, vc faz arte, vc faz História. Arte não é apenas passa-tempo. É tb uma expressão da realidade, uma forma de ver o mundo. Se Historia é a interpretação do real e da humanidade no tempo, isso de certa forma, é um tipo de arte, apesar de sua estética tb beirar o cientificismo.
Abração.
Gú, vc está certííííííííssimo!
Quem disse que História e artes se opõe???
Nosso ofício é maravilhoso cara!
Valeu a força vc tambem PV!
Abraços
Pelo post Luiz. Valeu a pena esperar para ler e ver o quanto estas últimas semanas foram proveitosas pra vc. É bom ver um amigo olhar pra trás e reconhecer que o que tem feito tem valido a pena.
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